terça-feira, 22 de março de 2011

O que os executivos podem fazer para ajudar sua organização a se tornar mais inovadora ?

  A utopia de ter uma empresa inovadora é o desejo de qualquer gestor em uma organização; porém, para conseguir esse fato é necessário alguns fatores:

  • Investimento - Esse é um dos alicerces para o sucesso de uma organização, desde de que seja bem administrado e planejado.
  • Ideia e Criatividade - Itens que podem mudar o rumo de uma gestão estagnada para uma de enorme sucesso. Cabe aos executivos, formalizarem e administrarem as ideias que surgirem ao longo do tempo.
  • Planejamento - Fator chave para que o gestor procure caminhos alternativos que possa propiciar crescimento, tanto a empresa como a ele. A utilização do empowerment pode trazer soluções rápidas e precisas quando bem utilizadas; evitando assim o comodismo de centralizar decisões a apenas um gestor, por exemplo.

  Esse são alguns requisitos para se ter uma gestão inovadora, porém fatores como: mão de obra e ambiente de trabalho é muito bem quisto para a manutenção de um gestor em uma empresa que esta crescendo ou esta se mantendo no topo. A questão salarial é importante, porém so ela não tem papel decisivo para a mudança desse profissional para outra empresa de maior porte.
  Criatividade essa é a palavra chave do século XXI. Faça da sua organização um legado de sucesso, aposte no talento e crie personalidades capazes de mudarem o destino de sua empresa em segundos.
By Breno Alves 


  Inovação: ato de inovar; Inovar: tornar novo, renovar; ou ainda, criar, contextualizar e implantar algo novo em uma dada área de atuação. Em se tratando de organizações, mais especificamente empresas, diria que o executivo, gestor, enfim, tem que, antes de tudo ser ‘desestigmatizado’, não temer imprevistos e/ou possíveis fracassos. Uma organização que busca ser inovadora é aquela que dá valor a idéias, sejam vindas do operário ou do diretor executivo, e não só isso, estuda a fundo a viabilidade e aplicabilidade de boas idéias, e as testa. É aquela que não se contenta unicamente com lucro e crescimento econômico, que quebra paradigmas e arrisca sair da sua zona de conforto. É aquela que vê os seus recursos humanos não apenas como colaboradores robotizados, e sim como possível fonte de idéias, de criatividade, aquela que além de estar sempre atenta ao que acontece no quintal do vizinho, tem um olho no futuro de daqui a dois meses e outro no de daqui a dois anos.
  Logicamente que falar é fácil, mas na prática sabemos que não é tão simples fazer uma organização estar criativamente motivada, para isso é preciso que coisas além simplesmente do salário, formem um ambiente fértil e propício para tal situação. É preciso que tudo esteja no seu devido lugar, que não haja nenhum tipo de tirania hierárquica, que os subordinados não se sintam intimidados, ameaçados de certa forma pelos seus superiores, sejam moralmente e profissionalmente respeitados, não sejam sobrecarregados, enfim, que exista uma distribuição ajustada do poder, para que assim se sintam motivados, à vontade e atraídos a ficar na organização e a ‘pensar’, seja tomando como referência a base da pirâmide hierárquica, o meio, o que for. Claro, é necessário, como já foi dito antes, que a organização esteja realmente disposta e aberta a ouvir sugestões e novas idéias, e a pô-las em prática, não se acomodar, e sim sempre ter metas, sejam sociais, ambientais, econômicas... Ter sede de excelência, de melhoria contínua, isso criará necessidades, propiciará e facilitará o aspecto inovador, e a tornará familiarizável a mudanças frequentes. Clientes, concorrentes e colaboradores internos são agentes de motivação inovadora, pois tanto a disputa interior quanto a exterior, fazem o ser humano pensar, porque afinal de contas, nesse caso ninguém gosta de perder.
By Caio Gabriel

  O primeiro passo para se buscar a inovação, é não ter medo de arriscar. A quebra de paradigmas é importante porém, como é bastante arriscado muitos gestores preferem ficar alienados a seguirem uma regra que foi pré-determinada por um superior a ele. O fracasso e o sucesso estão lado a lado, então se o gestor não arriscar mudar a estrategia da empresa, a mesma nunca poderá chegar a um patamar superior por exemplo, ficando na mesmice que vem se prolongado ao longo dos anos, décadas. Muitas vezes conquistar o mercado exige agressividade de ambos os lados, da empresa em dar o suporte ao gestor, e dele em fazer uma estrategia para conseguir conquistar esse mercado, fazendo uso de um bom planejamento, criatividade e principalmente arriscando, pois caso fracasse ele já sabe que tem grande chance de ficar desempregado; logo, esse é o grande motivo de muitos ficarem "presos" a mesmice.

By Hadassa Matias


segunda-feira, 7 de março de 2011

Rendimento da Agricultura

De acordo com o seu rendimento, a agricultura se divide em duas:
  • Extensiva - Típica de países pobres devido ao seu baixo capital financeiro, não utilizam técnicas modernas de plantação e tecnologia, resultando assim em um baixo rendimento da produção; utilizam a agricultura de subsistência e fazem a rotação das terras, ou seja, determinado período é plantando um alimento em uma determinada área, posteriormente essa área onde foi plantado o alimento, vai passar um certo tempo sem ser "trabalhada". Veja na foto abaixo como funciona essa rotação:
Terra 1 - Planta 
Terra 2 e 3 - Descansa 

Terra 2 - Planta
Terra 1 e 3 - Descansa 

Terra 3 - Planta
Terra 1 e 2 - Descansa 

Agricultura de subsistência - O que se produz, é consumido pela própria família sem ser repassado ao mercado externo ou mesmo interno. 
  • Intensiva - Típica de países desenvolvidos; utilizam a rotação de cultura e geralmente são fortemente mecanizadas, resultando assim em áreas com um grande poder de produção. Observe na foto abaixo as diferenças entre as culturas:
Na área 1 nota-se a utilização da agricultura intensiva, devido a rotação de culturas. Já na área 2 utiliza-se a agricultura extensiva, devido a plantação ser do mesmo alimento.


Algumas diferenças:

Intensiva - Países desenvolvidos, alto índice de produtividade, tecnologia de ponta.

Extensiva - Países pobres, baixo índice de produtividade, mão-de-obra barata.




sábado, 5 de março de 2011

Revolução Verde

  Aconteceu pós 2 guerra mundial, onde foi fundamentada pelo capitalismo internacional através de empresas como a Ford, Banco Mundial entre outras instituições, para serem adotadas em países do terceiro mundo; o seu intuito maior, foi aumentar a produtividade da agricultura devido as novas técnicas e inovações que foram repassadas a esses países (máquinas, tratores, fertilizantes, trabalho assalariado).
  Com o repasse de tecnologia aos países subdesenvolvidos, achava-se que estaria resolvendo o problema da fome nestes países; mas aconteceu o inverso, pois houve de fato uma intensa concentração de terras pelas grandes empresas que passaram a cultivar produtos para venderem no mercado externo (monoculturas). Resultando assim, na diminuição das tradicionais fazendas que faziam a rotação de culturas, ou seja, se plantava de tudo (feijão, arroz, milho).

Pontos Negativos:
  • Impactos ambientais - como a poluição devido ao uso de pesticidas no solo, para o combate aos insetos.
  • Monoculturas - concentração de terras pelas grandes empresas que cultivavam apenas um só produto, e este era repassado ao mercado externo.
  Enfim, o que parecia ser um fator positivo, acabou gerando um problema ainda maior, devido a poluição do ambiente; além do mais, na mudança da rotina dos produtores que tiveram que ficar endividados para a compra de novos máquinarios, resultando assim na venda de suas fazendas para empresas, gerando assim mais fome e desigualdade nestes países.